segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Mitos e verdades sobre as doenças transmitidas pelos animais ao homem

......Saiba o que há de correto ou não nos ditos populares.

......1. "A mordida/baba do cachorro transmite a raiva"
Parcialmente correto. Os cães afetados pela raiva salivam bastante ("babam") por não conseguirem engolir a própria saliva, devido à paralisia que a doença causa. A mordida desses animais transmite a raiva. Porém, um cão só pega raiva se for mordido por outro animal doente. A maioria dos cães não é portadora do vírus da raiva, principalmente aqueles vacinados. Assim, apenas a saliva ("baba") /mordida de um animal DOENTE, transmitirá a raiva.

......2. "Cachorro que baba/espuma é cachorro louco"
Errado. Nem todo cachorro que "baba" (saliva) ou espuma está com raiva. Animais intoxicados podem apresentar intensa salivação, assim como cães ou gatos que ingeriram medicamentos de sabor desagradável podem espumar. Animais submetidos a forte estresse também podem salivar.

......3. "Cachorro que corre em volta do rabo está louco"
Errado. Muitos cães correm atrás do rabo por costume, ou por uma manifestação de ataque convulsivo. O cão que corre atrás do rabo, não está louco, nem com raiva.

......4. "O gato transmite doença para mulher grávida"
Parcialmente correto. Os gatos, assim como pombos e outros animais, podem transmitir a toxoplasmose para as pessoas. Porém, para transmitir, os animais têm que ter a doença. Os gatos domésticos podem contrair a toxoplasmose através da carne crua ou ingestão de pombos e outras aves. O gato não apresenta sinais clínicos da toxoplasmose e a transmite pelas fezes apenas quando está com baixa resistência. A mulher que contrair toxoplasmose durante os três primeiros meses da gestação poderá ter sérios problemas com o feto.
......Antes de engravidar, a mulher que possui ou tem contato com animais deve fazer um exame para detectar se já tem a doença, mas não apresenta sintomas. Se tiver toxoplasmose, dela deve ser tratada antes de engravidar. Se não tiver a doença, deve evitar o contato com fezes de gatos e pombos, nos três primeiros meses de gestação. A família não precisa se desfazer do gato de estimação, no caso de gravidez na família. Pode ser feito um exame sorológico (no sangue) do gato de estimação para saber se ele tem a doença, ou simplestemente evitar o contato da mulher grávida com os dejetos do animal. A ingestão de carne ou ovos crus, pela gestante, deve ser evitada.

......4. "Cachorro na praia transmite doenças"
......Parcialmente correto. Nem todo o cão pode transmitir doenças às pessoas se freqüentar a praia. Porém, se o cão estiver com vermes e defecar na areia, os ovos microscópicos desses parasitas se transformarão em larvas. Essas larvas podem penetrar na pele das pessoas causando o "bicho geográfico". Os cães que são vermifugados, ou seja, tomam remédio para vermes regularmente, não transmitirão as larvas às pessoas. De qualquer modo, deixar o cão "fazer cocô" na praia, com o sem vermes, é errado. Lembre-se sempre de ser um dono responsável.

......5. "O gato transmite asma para as pessoas/crianças"
......Errado. A asma, também conhecida como bronquite, bronquite alérgica, bronquite asmática ou asma brônquica é uma doença alérgica, não transmissível. Crianças ou pessoas que sofrem de asma, podem ter crises quando em contato com os pêlos de gatos e outros animais. Os pêlos do gato ou os ácaros presentes na pelagem (o mesmo ácaro existente na poeira), em algumas pessoas, podem causar as crises.

......6. "O gato também tem AIDS"
......Errado. A FAIDS, é uma doença que causa imunodeficiência em felinos, mas NADA tem a ver com a AIDS humana. É transmitida unicamente entre gatos. Não se trata da mesma doença nem é transmitida ao homem.

......7. "O xixi de rato transmite doenças"
......Parcialmente correto. Os ratos são transmissores da leptospirose, doença que atinge o homem e animais através da urina desses roedores. Porém, nem todo o rato está infectado com a leptospirose. Na dúvida, evite o consumo de alimentos ou o uso de rações para animais contaminados pela urina de ratos, assim como o contato com águas de enchentes que são contaminadas por urina desses roedores que vivem nos esgotos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bichanos com até 15 kg?








Maine Coon
O Maine Coon é a mais antiga raça de gato nativo estadunidense de pelo longo, além de ser a maior de todas as raças de gato. Foi reconhecida como raça oficial no estado norte-americano do Maine, onde era famoso pela sua capacidade de caçar ratos e de tolerar climas rigorosos. Também é conhecido como "o gigante gentil".

Comportamento
O comportamento do Maine Coon é extremamente dócil, meigo, companheiro, dando-se bem com outros gatos e outros animais de estimação, como o cão. É um gato de fácil adaptação, e essencialmente muito amigável. É carente de cuidados e atenção, necessitando sempre companhia. Seu miado é um dos mais curiosos, por ser semelhante a um grilo.

Características físicas
Originalmente um gato de trabalho, o Maine Coon é resistente, rústico, capaz de suportar as intempéries. Seu pelo é macio e seu corpo muito bem proporcionado, de aparência retangular e balanceada, sem partes exageradas em tamanho. É musculoso, de tamanho médio para grande. As fêmeas geralmente são menores que os machos.
Os olhos são grandes e expressivos. As cores dos olhos são verdes ou douradas, além de possuir uma pelagem densa. O padrão mais comum de cores é o marrom (ocre em portugal), com marcações do tipo Tabby, mas a raça é reconhecida em todas as cores, com exceção de chocolate, lavanda, pontilhado e o padrão siamês. Com a cabeça grande, mas pequena para o tamanho do corpo, orelhas para cima cheias de pelos, corpo comprido e cauda ereta, também comprida geralmente do tamanho do corpo.
Sua pelagem é sedosa, caindo levemente. É curta nos ombros e mais longa na região do estômago.



Ragdool
Ele é um dos gatos de maior porte do mundo ao lado do Siberian Cat e do Maine Coon. O peso desse gigante varia normalmente entre seis e nove quilos nos machos, simplesmente o dobro da grande maioria das raças felinas, que costumam ter apenas três ou quatro quilos. Machos castrados, que tendem a engordar, se forem Ragdolls podem chegar aos 15 quilos ou mais.
Os machos que participam de exposições têm em média sete quilos conforme avaliam as duas juízas americanas, Solveig Plueger, de Connecticut e Joan Ray, da Califórnia, nos EUA. Ainda que seja um peso surpreendente no universo das raças felinas, a média já foi mais alta. E como tamanho é uma das prioridades da criação, há dez anos o mais importante e antigo clube especializado na raça, o Ragdoll Fanciers Club International (RFCI), da Califórnia - EUA, começou, segundo informa seu presidente Wain Pearce, um trabalho junto aos criadores para atingir um peso ideal de 8,2 a 9,1 quilos para os machos e de 5,4 a 6,8 quilos para as fêmeas, que são bem menores. Atualmente, há mais machos de nove quilos do que quando esse trabalho foi iniciado, mas a maioria não está tão grande. "É preciso uma seleção criteriosa dos cruzamentos, com estudos dos antepassados, coisa que muitos criadores não fazem", informa Wain.
Os árbitros conscientes da nova orientação estão ajudando. "Há uma predisposição dos juízes em premiar os Ragdolls grandões, repercutindo essa tendência na criação", acrescenta Solveig. "Já testemunhei casos de dois Ragdolls igualmente bons disputando na final o título de campeão. O premiado acabou sendo o maior, uma constante quando a disputa fica entre dois gatos de tamanhos diferentes", exemplifica o criador David Zabel, que também tem Siberian Cat, Maine Coon e Persa, na Califórnia - EUA.
O tamanho do Ragdoll, mesmo dos menos pesados, impressiona. "As pessoas que querem um Ragdoll procuram por gatos fundamentalmente grandes", afirma a criadora Denise Christensen, de Nova Jersey - EUA. É uma rotina dos criadores receberem visitas que ficam abismadas com o porte dos exemplares. "Há interessados que vão à minha casa para adquirir outra raça e optam pelo Ragdoll, encantados pelo seu porte gigante", conta David. Outro episódio comum é presenciarem cenas engraçadas envolvendo crianças e as dificuldades que têm em carregar um exemplar. A criadora Natalie Garceau, na Pensilvânia - EUA, se diverte ao dizer que já viu crianças segurando com muito esforço seus Ragdolls, cujos machos pesam de cinco quilos e meio a oito quilos, e eram quase do tamanho delas. Nancy Gellerman, secretária da RFCI, na Virgínia - EUA, concorda: "A raça é tão grande e pesada que a garotada de até cinco anos costuma carregá-la com as patinhas arrastando no chão." As crianças pequenas, que comumente têm um desejo incontrolável de pegar os gatos no colo, "simplesmente não agüentam o Ragdoll e ficam frustradas", acrescenta Denise. "As pessoas comentam até que meus gatos são maiores que o meu cão Shih Tzu", conta.
PLENA CONFIANÇA
Como todas as raças de gatos de grande porte, esse grandalhão não faz o gênero superagitado. "Não fica correndo ou escalando os móveis como outras raças", afirma Denise. Natalie acrescenta que o Ragdoll é capaz de fazer tudo que outro gato faz, apenas a freqüência das atividades é menor. "Prefere ficar quieto ou dormindo do que correndo ou subindo nos móveis", exemplifica. "Por ser muito grande, pode dar a idéia errada de preguiçoso e lento", comenta a criadora Carol Marechal, em British Colúmbia, no Canadá. "O Ragdoll brinca e corre quando está com vontade, como qualquer outro gato. A diferença é que o faz apenas por poucos momentos diários", explica.
Como o Ragdoll adora colo, imagine um gatão desses pulando em cima de você para se aconchegar. Felizmente, a raça tem uma maneira toda especial de fazer isso. É o que dizem os criadores entrevistados. "Parece que tem consciência de que é grande e que pode machucar a gente", pressupõe Denise. O Ragdoll pula primeiro num móvel próximo do dono e aos poucos se aproxima para subir no colo, colocando uma pata por vez e olhando a reação da pessoa, para depois se aconchegar. E como se aconchega! Tanto que seu nome Ragdoll ou Boneca de Trapos, em português, foi dado por isso. Ele fica tão relaxado quando deitado que lembra uma boneca de pano, bem mole e flexível. "De tão moles, parecem gatos sem ossos", ri Denise. "Quando se deitam sobre nossas pernas ficam mais moles que gelatina", compara Carol. A juíza e também geneticista Solveig garante que isso ocorre por causa da atitude despreocupada da raça com relação às pessoas. "Os músculos, ossos e nervos do Ragdoll
são absolutamente normais", diz. "A diferença é que ao contrário das demais raças que costumam ser desconfiadas, ficando tensas e duras quando em contato com as pessoas, o Ragdoll relaxa totalmente a sua musculatura porque tem confiança plena na gente", explica.
SEM BLOQUEIOS
Essa confiança pode ser traduzida como uma grande sociabilidade com as pessoas em geral, até com as estranhas. Tal característica não é comum entre os gatos. "A maioria dos gatos de qualquer raça é desconfiada, especialmente com estranhos", afirma a juíza e consultora de gatos de Cães & Cia, Anne Marie Gasnier. Denise e Carol confirmam que o Ragdoll não tem nada de desconfiado ou medroso com estranhos. "Quando um desconhecido entra em casa, aos poucos meus gatos vão se aproximando e permitem ser pegos e colocados no colo", ilustra Denise. "Não fazem como a maioria das raças que, ao ver um estranho, tem como comportamento mais comum correr para debaixo de um móvel ou sair em disparada sem permitir ser tocada", compara Carol. Essa docilidade com os desconhecidos é um dos motivos pelos quais os criadores têm medo de deixar seus Ragdolls andarem livres pelas ruas. "Como não demonstram qualquer resistência, nem com desconhecidos, podem ser facilmente roubados", justifica Natalie.

SEMELHANÇAS ENTRE O MAINE COON, O NORWEGIAN FOREST E O SIBERIAN
Todos se desenvolveram naturalmente em ambientes onde a neve e o frio intenso são comuns.
Adaptam-se bem à vida doméstica
Saltam e escalam bem, gostam de ficar em pontos altos
São gatos que costumam demorar para encorpar plenamente levando até quatro a cinco anos
Nem todos gostam de ficar no colo e os que gostam costumam restringir a intimidade aos momentos em que tomam a iniciativa.
Apreciam a água e se dão bem no frio - a pelagem espessa os protege
Sua aparência lembra a do lince, com a juba formada por longos pêlos ao redor da face e as orelhas tufadas (pêlos altos nas pontas

domingo, 27 de dezembro de 2009

SAIBA COMO VIAJAR COM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NAS FÉRIAS

Viajar nas férias com a família é um programa dos mais agradáveis no fim de ano. Levar o animalzinho de estimação também é muito legal, mas é preciso tomar alguns cuidados seja qual for o seu destino. Basta seguir algumas recomendações do Ministério da Agricultura, que regulamenta o transporte de animais no Brasil, em avião, trem, navio e ônibus.
Algumas empresas aéreas permitem até que você possa viajar com o animal sob a poltrona do avião, mas é preciso entrar em contato para tirar possíveis dúvidas, pois cada uma tem regras específicas. Assim você evita surpresas desagradáveis na viagem. Uma das exigências é que ele tenha, no máximo, cinco quilos.
Os animais costumam viajar no compartimento de bagagem, acondicionados em caixas especiais em que eles possam ficar em pé e se mover. Ele também tem de conseguir dar uma volta em seu próprio corpo para que a viagem seja efetivada. Também é possível que o animal viaje na cabine em casos especiais, como os acompanhantes de deficientes visuais, que não pagam taxa extra.
Caso você vá viajar pelo Brasil, o Ministério da Agricultura exige o Certificado Sanitário, com a raça, o nome, origem do animal (com pedigree, caso haja), nome do proprietário e carteira de vacinação completa emitida por um veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e do estado de origem.
Para os casos de animais com até 120 dias de idade é necessário apenas um atestado de saúde. Acima dessa idade, o bicho de estimação deve estar com a vacinação anti-rábica e a tríplice em dia. Isso deve ser feito 30 dias antes de entrar com o pedido do documento e com prazo máximo de um ano. Nos dois casos, é preciso constar os tipos de vacinas ministradas, o nome do laboratório, a data, a identificação do animal e do número de partida.
Desde julho de 2006, a Guia de Transporte Animal (GTA) não é mais exigida para viagens no território nacional com cães e gatos, mas os proprietários devem possuir todas as documentações citadas anteriormente. “Para viajar com peixes ornamentais, animais de pequeno porte como o hamster e a chinchila, por exemplo, o GTA ainda é necessário”, explica o veterinário Franz Wilhelm Slavic.


Hotéis que aceitam animais no Brasil


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Cãominhada promete agitar São Bernardo do Campo

Inclusão para todos” é o slogan da Cãominhada de São Bernardo do Campo, que a AVAPE (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência) está organizando em parceria com a Prefeitura para homenagear o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorada em 03 de dezembro.

De acordo com Paulo Henrique dos Santos, chefe de seção da Secretaria de Esporte e Lazer, a Prefeitura de São Bernardo do Campo, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer acolheu a proposta apresentada pela AVAPE de realizar a Cãominhada. “Entendemos esta atividade como uma oportunidade de exercitarmos nossa política de inclusão social que visa assegurar o acesso às políticas públicas para todos os moradores e também oferecer mais uma opção de lazer na cidade”, explica.

Com entrada gratuita para toda a comunidade e patrocínio do Colégio Singular, o evento acontece dia 06 de dezembro, das 9 às 13 horas, na Av. Kennedy. O ponto de encontro será no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo (SP). “A Cãominhada visa conscientizar a inclusão para todos e os direitos das pessoas com deficiência, além de incentivar as pessoas à prática de atividades físicas ao lado do melhor amigo do homem”, explica Alexandra Melo, gerente da Unidade Centro de Convivência e Residência São Bernardo do Campo.

Além de ser um passeio de integração e confraternização, o evento busca sensibilizar as pessoas para a problemática do abandono de animais e incentivar a adoção. Os participantes contarão com toda infra-estrutura para as pessoas com deficiência e para os animais. Haverá serviços de Pet Shop, show de cães, recreação para o público infantil, orientações sobre saúde animal, vacinação e doação, inclusive de cães com deficiência. “A ideia de uma Cãominhada, para comemorar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, surgiu após a verificação dos resultados positivos do Programa de Terapia Assistida por Animais, implementado há dois anos na Associação” explica Klayton Giordani, psicólogo e Simone Carreia professora de educação física da AVAPE.

Regulamentos para a participação:
• Para participar da Cãominhada, é preciso ter um responsável pelo animal com mais de 18 anos;
• Quem não tiver cão, também pode participar do evento;
• Os cães devem estar em boas condições de saúde e o dono deve estar com o Boletim Sanitário, com vacinação anti-rábica válida (vacinados há menos de um ano);
• É aconselhável aplicar, 48 horas antes, um desparasitante externo em cada animal participante;
• É importante identificar o animal com seu nome na coleira.
• Não será possível a participação de fêmeas com sinais evidentes de cio;
• Todos os cães deverão estar devidamente controlados com coleira ou peitoral e respectiva trela;
• Os participantes devem estar com sacos higiênicos, a serem distribuídos pelos organizadores.

Cada participante poderá colaborar doando 1 Kg de ração que será destinada às ONGs protetoras de animais.

Serviço Cãominhada
Data: 06 de dezembro
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo - Av. Kennedy, 1115
Entrada e estacionamento gratuitos
Mais informações: 4354-9112/4354-0297
Realização: AVAPE e Prefeitura de São Bernardo do Campo.
Patrocínio: Colégio Singular
Apoiadores: Active Pet, Cão Guia, Focinhos Gelados, Guabi, Hospital Veterinário Valter Hato, Matter Dog, Max, Pet Memorial, Sava, Smart Dogs, Universidade Metodista de São Paulo

Sobre a AVAPE
Com 27 anos de atuação, a AVAPE (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência) é uma instituição filantrópica de assistência social, que tem como missão promover as competências de pessoas com deficiência. Fundada em 1982, a entidade é considerada modelo de gestão e foi a primeira em sua área a receber a certificação ISO 9001. A AVAPE é reconhecida pelo trabalho de prevenção, diagnóstico, reabilitação clínica e profissional, qualificação e colocação profissional, programas comunitários e capacitação em gestão para organizações sociais. Oferece atendimento a pessoas com todos os tipos de deficiência, do recém nascido ao idoso. Desde o seu início, já realizou mais de 18 milhões de atendimentos gratuitos e inseriu 13 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Na busca de parâmetros internacionais, mantém parcerias e termos de cooperação técnica com diversas organizações do mundo.

Fonte:Tramaweb

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Perseguição cruel - Navios japoneses dirigem-se à Antártida para caçar cerca de mil baleias


Na última quinta-feira (19) a frota pesqueira formada pelos navios Nisshin, Shonan Maru e Yushin Maru I, II e III saiu do Japão com o propósito de caçar mil baleias “com fins científicos”.

O senador Jaime Naranjo, subchefe da bancada socialista, fez um apelo ao governo chileno para que apresente um protesto formal ao Japão, pelo lançamento da frota pesqueira destinada a caçar baleias na Antártida.

O parlamentar, que estendeu o apelo a todos os países da América Latina signatários da criação do Santuário Baleeiro Austral, disse que o Japão não pode continuar usando o argumento de pesquisa científica para promover a matança desses mamíferos.


Imagem: PrensAnimalista
“Não podemos aceitar que o Japão continue matando impunemente milhares de baleias todos os anos. Este programa de caça científica japonês surgiu de maneira suspeita justamente quando se estabeleceu a suspensão da caça comercial de baleias”, disse o parlamentar.

Segundo o senador Naranjo, “o Chile, juntamente com vários países, assinou diversos tratados internacionais com o objetivo de proteger as baleias da caça indiscriminada que sofrem. Por esse motivo, tem a obrigação de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para impedir a ação da frota japonesa, que atuará justamente no denominado Santuário Baleeiro Austral”.

Ursos são explorados e forçados a patinar sobre gelo na República Tcheca



Graças aos grupos de defesa dos direitos animais, o uso de animais em circos no Reino Unido é muito polêmico, a ponto de muitos grupos circenses não arriscarem incluir animais em suas atuações.

Contudo, infelizmente, não se pode dizer o mesmo dos circos russos, que frequentemente utilizam animais em suas apresentações, os quais são forçados a aprender habilidades para entretenimento dos espectadores.

Estas fotografias tiradas em Jihlava, na República Tcheca, mostram ursos-pardos sendo treinados para fazer piruetas de patinação e esquiar sobre o gelo, como parte do espetáculo do Circo Russo.

Os ursos também são obrigados a rotinas que incluem piruetas onde sustentam seu corpo com as patas superiores e outras difíceis posturas acrobáticas.
As focinheiras que são forçados a usar, mantendo seus focinhos fechados com o objetivo de reduzir qualquer possibilidade de ferir os espectadores, são uma dura lembrança da crueldade que envolve o uso de animais em circos.